PROJETO DE ACESSIBILIDADE

    A preocupação maior do escritório é tornar ambientes acessíveis para as pessoas portadoras de deficiência, tornando as instalações adequadas, e aquelas que não estiverem dentro da norma será feita a adaptação de acordo com a ABNT NBR 9050/2004.

    O projeto de adaptação visa criar uma infraestrutura para apoio ao deficiente, seja ela visual, motora e tátil.
    Para o deficiente visual, o projeto prevê locais para geração de sinalização tátil direcional – modulação do piso (que deve ser utilizada em áreas de circulação na ausência ou interrupção da guia de balizamento, indicando o caminho a ser percorrido e em espaços amplos) e impressão Braille ou figuras/caracteres em relevo, a intenção é promover maior conforto e tornar as ambientes acessíveis a esse cidadão.
    Os ambientes que têm total acessibilidade para os deficientes exigem uma maior preocupação quanto à localização de mobiliários, disposição dos ambientes, substituição das escada por rampas, por isso se a construção desses locais não for considerada dentro de um processo mais amplo do que o atrativo, o sucesso do projeto pode ser prejudicado.
    O projeto de acessibilidade para pessoas com deficiência motora tem o objetivo de tornar as instalações adequadas, e aquelas que não estiverem dentro da norma será feita a adaptação de acordo com a ABNT NBR 9050/2004.
    O primeiro passo é identificar as barreiras arquitetônicas que impedem ou dificultam o acesso e circulação de pessoas usuárias de cadeira de rodas ou com mobilidade reduzida. O segundo passo com base na avaliação, será sugerido adaptações como rebaixamento/levantamento de piso, portas mais largas e com fechaduras maçanetas, instalação de rampas e corrimões, elevadores ou plataformas e sinais sonoro e visual. Além da circulação, todos os equipamentos de uso comum têm que ser acessíveis, tais como banheiros, playground, bancos, áreas de descanso, e área de alimentação (quiosque). Os banheiros devem estar de acordo com as normas, equipados com barras de apoio, e com as dimensões apropriadas para o uso indiscriminado. Além disso, o acesso não pode ser impedido ou dificultado por nenhum obstáculo, tais como degraus e declives. ”As modificações especiais para deficientes físicos, pessoas com mobilidade reduzida, deficientes visuais, cegos ou parcialmente cegos têm que ser vistas como mais que supérfluas estas são mudanças indispensáveis para que possa haver a inclusão social destes grupos a ambientes naturais, abertos e públicos, pode–se dizer então que é acima de tudo o direito à cidade.”

Ministério público do estado de São Paulo